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Para aumentar a eficiência nos serviços do agronegócio, mais de 830 ações foram implementadas no âmbito do Plano Agro+ até dezembro deste ano. As estratégias têm como objetivo simplificar as operações e reduzir a burocracia no setor. Segundo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, o Governo do Brasil quer aumentar de 7% para 10% a participação do Brasil no comércio agrícola mundial.

Com a eliminação de barreiras comerciais, mais de R$ 1 bilhão será destinado aos cofres públicos e a parceiros privados. Assim, o setor produtivo fica fortalecido, já que diminui os custos de operação com a mudança de cobranças fiscais. Além disso, diversas ações adotadas pelo Agro+ também facilitam as transações comerciais, aumentam o controle de dados e simplificam a legislação.

Técnicos do ministério identificam as principais demandas do setor para solucionar os gargalos nas operações. Entre as ações já adotadas está o fim da reinspeção de portos e carregamentos que já passaram pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). Também foi lançado o sistema de rótulos para produtos de origem animal e a abertura de mercados internacionais aos produtos brasileiros.

Além disso, o modelo federal também pode ser implantado pelos estados. É o caso do Rio Grande do Sul, São Paulo, Rondônia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul. De acordo com o Mapa, ao aderir a versão local do Agro+, os governos se comprometem a adotar medidas para solucionar entraves da cadeia produtiva do agronegócio.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento