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Ns últimos dez dias, a XIII Bienal Internacional do Livro do Ceará, promovida no Centro de Eventos do Ceará, proporcionou leituras e vivências plurais. Caminhos de letras que contemplaram a diversidade cultural, étnica, territorial, de gênero. Com o tema “As Cidades e os Livros”, o evento recebeu mais de 450 mil visitantes. Dos quais, 40.400 alunos de 809 escolas públicas e privadas do Estado. Diversidade será, inclusive, tema da próxima edição, a ser realiza em 2021.

A programação, com 130 horas de atividades, contou com o lançamento de livros, palestras, oficinas, espetáculos teatrais e musicais, literatura de cordel, contações de histórias, mediações de leituras e bate-papos. Um dos pontos fortes do evento, a Bienal Fora da Bienal levou a programação para além dos muros do Centro de Eventos. Chegando ao Titanzinho; aos cucas; ao Centro Cultural Bom Jardim; à Casa de Saberes Cego Aderaldo, em Quixadá; assentamento Maceió, em Itapipoca; e a tribo Jenipapo-Kanindé e ao Instituto Penal Feminino Auri Moura Costa, ambos em Aquiraz.

A relevância do evento também é destacada no impacto no mercado editorial. Com 526 mil exemplares vendidos, foram R$ 9,6 milhões em movimentação e vendas, quase o dobro da edição anterior.

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