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CE tem défcit na balança comercial

e janeiro a novembro deste ano, o Ceará registrou déficit na balança comercial. O resultado negativo, considerando exportações e importações, foi de US$ 236 milhões (R$ 778 milhões), conforme dados da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Abril registrou o pior desempenho, com queda de US$ 73 milhões (R$ 240 milhões), seguido de março, com saldo negativo de US$ 59 milhões (R$ 194 milhões). Os meses de fevereiro (US$ 48 milhões ou R$ 158 milhões) e novembro (US$ 50 milhões ou R$ 165 milhões) foram os únicos que conseguiram apresentar números positivos.

Importações

Principal item da pauta de importação cearense neste ano foi a hulha betuminosa, não aglomerada, com US$ 467,7 milhões, o equivalente a 22,1% do total das importações. Em seguida aparecem o gás natural liquefeito (GNL), com US$ 262,7 milhões (12,4%); outros trigos e misturas de trigo com centeio, com US$ 170,0 milhões (8,0%); outras hulhas, mesmo em pó, mas não aglomeradas, US$ 57,6 milhões (2,7%); e glifosato e seu sal de monoisopropilamina, com US$ 35,3 (1,6%).

Países emissores

Entre os principais países emissores de mercadorias para o Ceará neste ano se destacam: a China, com US$ 361,7 em produtos importados pelo Estado, equivalente a 17,16%; os Estados Unidos, com US$ 299,2 milhões (14,2%); a Colômbia, com US$ 243,0 milhões (11,5%); a Argentina, com US$ 188,7 milhões (8,9%); e a Austrália, com US$ 152,2 milhões (7,2% do total).

ZPE Ceará

A transferência das ações da ZPE-Ceará para a Companhia de Desenvolvimento do Complexo Industrial e Portuário do Pecém S.A. (Cipp SA), foi aprovada na 22ª reunião do Conselho de ZPEs. O conselho é subordinado ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). Com a mudança, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico passa a ter a ZPE Ceará vinculada aos seus órgãos subordinados.

Operando

A ZPE-Ceará é a primeira e única zona alfandegada em pleno funcionamento no território nacional. Existem algumasatuando parcialmente e outras em implantação. Além disso, por suas vantagens nos tratamentos tributário, cambiais e administrativos específicos, a ZPE-Ceará potencializa ainda mais as possibilidades de investimentos na área do CIPP.

Energia Pecém

A Energia Pecém investirá em 2018 cerca de R$ 100 milhões em expansão. Atualmente, a termelétrica  gera 45% da energia do Estado. Toda a produção é transferida para a subestação da Coelce no Pecém, por meio da qual é injetada na rede elétrica nacional.