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Entre janeiro e abril deste ano, o Ceará perdeu 25,6 mil empregos formais, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério da Economia. Nos quatro primeiros meses do ano, foram contratados 116,6 mil trabalhadores no estado, enquanto outros 142,2 mil foram demitidos, gerando o quarto pior saldo negativo do Nordeste e o nono do Brasil.

Na região, Alagoas, Bahia e Pernambuco tiveram perdas mais expressivas que a do Ceará janeiro e abril. Primeiro mês totalmente com as atividades paradas, abril registrou 12,4 mil admissões contra 42,2 mil desligamentos no Ceará, totalizando 29,8 mil empregos formais encerrados.

Em todo o Brasil, já são mais de 8 milhões de trabalhadores com jornada e salários reduzidos ou contratos suspensos. Também foram beneficiadas 1,2 milhão de empresas. Boa parte dos acordos é para suspensão total dos contratos, sendo 54,4% – ou 4,4 milhões – dos afetados.

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