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Os deputados estaduais voltam às atividades na próxima terça-feira, dia 4 de fevereiro, com a agenda dividida entre o Plenário da Assembleia Legislativa e as bases eleitorais onde querem concorrer ou apoiar aliados na disputa pelas Prefeituras.

O Bate Papo Político, do Jornal Alerta Geral, abordou, nesta quinta-feira (30), com o jornalista Beto Almeida, o esforço que a Mesa Diretora precisa fazer para barrar que o debate sobre as eleições leve ao conflito e a um clima mais acirrado entre os parlamentares que disputam votos no mesmo município. Beto fala, ainda, sobre o atrativo que se tornou a Tribuna da Assembleia Legislativa que proporciona boa visibilidade com os veículos de comunicação do Legislativo.

“Quando o embate acontecia apenas nesse recinto restrito que é o Plenário da Assembleia Legislativa, menos mal, a coisa pegava fogo, mas ficava por aqui mesmo. Agora não, a Assembleia dispõe de um aparato de comunicação muito forte. Ela (a Assembleia) tem uma rádio, ela tem uma televisão que transmite ao vivo as sessões na Assembleia Legislativa. Naturalmente, isso ganha repercussão”, afirma Beto Almeida.

O primeiro semestre será curto e, entre os dias atuais e a data do primeiro turno da eleição, 4 de outubro, os deputados tem, pela frente, os feriados de carnaval e da Semana Santa e a agenda das festas juninas que os levam aos municípios onde são votados, deixando, assim, esvaziado o Plenário do Legislativo.

O acirramento da briga pelo controle político dos Municípios deixa preocupação entre os membros da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa que querem parcimônia dos parlamentares nos discursos sobre questões municipais que exponham ainda mais o acirramento da corrida eleitoral.
A tribuna do Plenário, para muitos deputados estaduais, é a oportunidade para expor mazelas locais e projetá-las além dos limites dos municípios onde prevalece o interesse a curto prazo, ou seja, a disputa, em outubro, da Prefeitura.

O presidente da Mesa Diretora, José Sarto (PDT), tem definida, logo nos primeiros dias de fevereiro, uma reunião com o comando da Casa e líderes de bancadas para fazer ponderações sobre a necessidade de serem evitados os discursos com temas paroquiais e que contribuam para o mal estar no conflito entre os próprios parlamentares estaduais.

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