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As cidades de Fortaleza, Caucaia, Maracanaú, Juazeiro do Norte e Sobral começaram a receber, nessa sexta-feira, 5, os 3.100 militares do Exército que garantirão, ao lado das Polícias Militar e Federal, a segurança dos funcionários da Justiça Eleitoral, dos candidatos e dos eleitores. Do efetivo do Exército, 2.000 estão nas três cidades da Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), enquanto 600 se deslocaram para Juazeiro, e 500 para Sobral.

Uma reportagem do Jornal O Estado de São Paulo, edição deste sábado, 6, destaca que as Forças Armadas vão atuar durante as eleições em 510 localidades de 12 Estados do País, mas veem risco em dois deles, Rio de Janeiro e Ceará, como consequência da crise regional na segurança pública e da ação do crime organizado. Outro braço do processo de garantia do ciclo de votação, a Polícia Federal (PF) identificou também em São Paulo a possibilidade de haver choques diretos entre grupos de apoiadores dos candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). O risco é avaliado na condição dois, em uma escala de quatro.

O Ministério da Defesa, de acordo com a reportagem, montou uma operação nacional de Garantia do Voto e da Apuração (GVA) destinada a assegurar o acesso dos eleitores aos locais de votação e o funcionamento, sem constrangimento, das seções coletoras. O efetivo militar mobilizado é de 30 mil homens e mulheres. Outros 4 mil permanecem em regime de reserva.

A coordenação do procedimento será feita a partir do Centro Operativo de Comando Conjunto (COC), que começou a funcionar ontem no 5º andar do edifício do ministério, ligado a estruturas menores do mesmo tipo existentes nos comandos da Amazônia, Norte, Nordeste, Oeste e Leste – nos quais há atividade significativa da tropa na eleição. O investimento da Defesa na GVA é de RS$ 18,7 milhões.