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Os últimos três meses foram sinônimo de luta para todos os setores do esporte. Um confronto que, infelizmente, não deixa brecha até agora para um respiro, um breve retorno à normalidade. Para as modalidades olímpicas do Ceará, o período de quarentena devido à pandemia do novo coronavírus foi de paciência e de reinvenção. A volta das atividades esportivas no Estado do Ceará só devem ocorrer no fim de julho, durante a Fase 4 do plano de retomada do Governo. Para tanto, é preciso que o panorama da Covid-19 siga a tendência de estabilidade e depois comece a cair, não tendo um novo aumento de casos e óbitos que impacte na gradual reabertura, atrasando os planos. Mas é fato que os eventos não devem ter torcedores.

As corridas de rua, por exemplo, são incógnita para os próximos meses. A Federação Cearense de Atletismo possui mais de mil atletas cadastrados e 16 equipes filiadas, em estrutura semelhante ao futebol.

Os treinamentos daqueles atletas de alto nível continuam em casa, para que eles não percam ainda mais ritmo. A Federação de Triathlon do Estado do Ceará vive situação semelhante, com os exercícios aquáticos sendo os mais prejudicados durante o isolamento social.

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