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O próximo plano do Governo para reforçar o caixa é privatizar as loterias, dobrar a arrecadação de tributos sobre as apostas e reforçar o tesouro com pelo menos R$ 12 bilhões nos próximos anos. A ideia seria fazer as empresas experientes no ramo investir no mercado brasileiro.e a

As loterias são monopólio da Caixa Econômica Federal. O governo já facilitou seu serviço ao dividir o conjunto de loterias em duas empresas que serão leiloadas: a Lotex (a loteria instantânea, como a raspadinha) e a chamada “SportBeting” (loteria de apostas, por exemplo, no time que vai ganhar, placar do jogo, prognósticos feitos por meio da internet), que ainda não foi criada no País, mas os brasileiros fazem jogos em sites do exterior.

O Congresso deverá receber em breve um projeto de lei que permitirá a operação da loteria esportiva e autorizará apostas online.  A ideia de editar uma Medida Provisória foi abandonada depois de parecer da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

A privatização da Lotex, que já tem legislação aprovada, está no Plano Nacional de Desestatização (PND) dentro da estrutura da Caixa. A equipe econômica espera lançar o edital para a venda em agosto, com cerca de cem dias de prazo até o leilão, em novembro. Mas a ideia é antecipar em um mês esse prazo, já que não se trata de leilão complexo. Com isso, a nova empresa já estaria operando até o fim do primeiro semestre de 2018.

A Caixa continuará administrando as loterias que opera, como a Mega-Sena. Nas duas empresas que serão leiloadas, deve ficar como parceira, com participação minoritária, em porcentual a ser definido.

Com Agências

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