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A secretaria da Administração Penitenciária já apreendeu 5.859 celulares dentro das unidades prisionais nos primeiros oito meses de 2019. Os aparelhos foram encaminhados para análise e os conteúdos serão transformados em investigações realizadas pela Polícia Civil, Polícia Federal, órgãos de inteligência e pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE). O secretário da Administração Penitenciária, Mauro Albuquerque, defende que as apreensões vão ajudar a desvendar e a evitar crimes.

Para o Coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), promotor Rinaldo Janja, após as mudanças feitas pela administração penitenciária as apreensões de celulares diminuíram. Desde o início de 2019, foram retiradas as tomadas de eletricidade e as revistas dentro da penitenciária foram reforçadas.

Os aparelhos que eram usados nos presídios foram encaminhados ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e centenas de crimes articulados de dentro das unidades prisionais estão sob investigação. Somente no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), cerca de dois mil celulares estão sob análise.

Entre os crimes que podem ser evitados, estão homicídios, tráfico de drogas, estelionato e planejamento de ações por lideranças de facções criminosas.

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