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O secretário da Saúde do Ceará, Henrique Javi, abriu na tarde desta terça-feira (28) a oficina “Agenda para transformação – a implantação da tripla meta e a pactuação da PGASS nas macrorregiões do Ceará”, que reuniu gestores e técnicos da Secretaria da Saúde do Estado e das Coordenadorias Regionais de Saúde (CRES) para apresentação do Projeto QualficaGSUS Ceará – Qualificando a Gestão das Redes de Atenção à Saúde. “É questão de mudança de atitude”, resumiu o secretário sobre o projeto que vai transformar a forma de fazer saúde pública no Ceará. “O que temos que trabalhar é uma política sólida de saúde”, convocou. “Temos que acreditar que alguma coisa pode ser diferente”, concluiu.

Coube ao secretário-adjunto, Marcos Gadelha, explanar sobre a tripla meta para as linhas de cuidado prioritárias, estratégia preconizada no projeto QualificaGSUS. “A transformação é necessária”, enfatizou Marcos Gadelha ao apresentar os problemas relacionados ao sistema de saúde baseado na demanda e na oferta de serviços. “Estamos preocupados em migrar de políticas sanitárias para saúde em todas as políticas, sair do modelo biomédico para o modelo de promoção da saúde”, explicou ele ao enunciar o foco da tripla meta: saúde para a população, mais eficiência e cuidado de qualidade.

Segundo Marcos Gadelha, a proposta é de mudança na prestação do cuidado, com o planejamento das ações de saúde baseado nas necessidades da população e não na oferta de serviços sem lastro no quadro epidemiológico da comunidade. “Mais atenção no domicílio e na comunidade, mais prevenção, mais atenção primária”, disse. As linhas de cuidado prioritárias já foram definidas e estão relacionadas à saúde materno-infantil, oncologia (câncer de mama), trauma-ortopedia e doenças cardiovasculares (Infarto Agudo do Miocárdio e Acidente Vascular Cerebral), capazes de impactar expressivamente os indicadores de morbidade e mortalidade.

A ideia, explicou o secretário-adjunto, é garantir assistência integral aos pacientes. “É para isso que estamos aqui, para entender as linhas de cuidado prioritárias e pactuar essas ações no PGASS”, pontuou Marcos Gadelha. O Planejamento Geral de Ações e Serviços de Saúde (PGASS), que substitui a Programação Pactuada Integrada (PPI), novo modelo de pactuação das ações e financiamento da saúde entre municípios e o Estado baseado na tripla meta, que além da assistência, passa a incluir também a vigilância em saúde e a assistência farmacêutica. A oficina prossegue por toda a quinta-feira, dia 29, no Hotel Plaza Praia Suítes, na Praia de Iracema.

Com informação da A.I

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