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O Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec) aponta que 3.200 pacientes estão à espera de próteses, solução para fraturas graves e outros procedimentos eletivos nos hospitais públicos do estado.

Por meio de nota, a Sesa admitiu que “existe um grande número de pacientes em fila para cirurgias eletivas”, mas avalia que “é preciso não só organizá-la, como qualificá-la, com a identificação dos pacientes que realmente precisam e o nível de urgência com que têm de ser realizados” os procedimentos.

Já o Ministério da Saúde limitou-se a informar que destinou mais de R$ 4,3 milhões ao Ceará, no último dia 29, para a realização de cirurgias eletivas de agosto a dezembro deste ano. Até então, R$ 1,9 milhão já havia sido repassado “obedecendo aos critérios da estratégia de ampliação do acesso”, destaca a pasta federal.

Para além das cirurgias traumatológicas, há pacientes ainda no aguardo de outros tipos de procedimentos como traqueostomia e outras cirurgias.