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O PSL enfrenta novas turbulências e, após o deputado federal Eduardo Bolsonaro derrubar o delegado Waldir da liderança da sigla na Câmara, os dirigentes nacionais querem dar o troco e preparam ações para a troca diretórios regionais e, também, a suspensão de 19 dos 53 parlamentares. Os deputados federais são acusados de indisciplina e infração ao estatuto do partido.

O alvo são os diretórios da agremiação nos Estados de São Paulo, liderado por Eduardo Bolsonaro, no Rio de Janeiro, controlado pelo senador Flávio Bolsonaro, e, em Minas Gerais, sob orientação do Ministro do Turismo, Marcelo Alvaro Antonio, investigado no escândalo das candidaturas laranjas nas eleições de 2018.

No Ceará, o Diretório Estadual continua sob o comando do deputado federal Heitor Freire, que se conflitou com o clã Bolsonaro e integra o grupo ligado ao presidente do PSL, Luciano Bivar. Com olhos arregalados para o desdobramento da crise, que provocou a exclusão de Heitor Freire do grupo mais próximo ao presidente Bolsonaro, estão os deputados estaduais André Fernandes e delegado Cavalcante.

André e Cavalcante lutaram para comandar o Diretório Municipal do PSL em Fortaleza, mas foram derrotados por Heitor Freire. Com o surgimento do nome de Freire no noticiário sobre a autoria do vazamento de uma conversa com o presidente Bolsonaro, André aproveitou para se vingar do colega de partido e o chamou de traidor e pilantra. A briga continua nos bastidores políticos e nas redes sociais.

RASTEIRA

O deputado Delegado Waldir disse, destituído, nessa segunda-feira, da liderança do PSL na Câmara, disse, nesta terça-feira, que o presidente Jair Bolsonaro é uma marionete nas mãos dos filhos. “Ninguém é mais forte no governo do que os filhos do presidente. O presidente, na verdade, é uma marionete. E os filhos estão governando”, observou Waldir.

A indicação de Eduardo Bolsonaro para assumir a liderança do PSL gerou novos atritos. Waldir alega que foi feito um acordo junto ao ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) para que ele e Eduardo abrissem mão da liderança na busca por um terceiro nome. A lista para emplacar Eduardo na liderança foi vista como quebra de acordo. Ramos nega que tenha feito o trato.

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