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Semana com uma pauta definida para os deputados federais e senadores que fazem oposição ao Governo do presidente Jair Bolsonaro: a declaração do Ministro da Economia, Paulo Guedes, ao classificar os servidores públicos de parasitas, pegou mal – dentro e fora do Governo. Guedes deu munição para reação entre lideranças sindicais.

“O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação. Tem estabilidade de emprego, tem aposentadoria generosa, tem tudo. O hospedeiro está morrendo, e o cara virou um parasita. O dinheiro não chega ao povo, e ele quer aumento automático. Não dá mais”, criticou o Ministro Paulo Guedes, aplaudido pelo público no seminário que participou no Rio de Janeiro, promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O ministro creditou as palmas ao fato de a população não aceita mais a situação. Ele disse que, como
revelou recentemente uma pesquisa do Datafolha, 88% dos brasileiros apoiam a avaliação e a demissão dos “maus servidores”. A declaração desencadeou uma reação em massa de políticos e servidores, que a classificaram de “agressão gratuita e desnecessária”, “calúnia” e “assédio institucional”. As críticas levaram o Ministério da Economia a emitir uma nota, na qual afirmou que a fala de Guedes foi
tirada de contexto pela imprensa. A Frente Parlamentar Mista do Serviço Público apresentará, nesta segunda-feira, pedido de convocação do Ministro da Economia para dar explicações na Câmara Federal.

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