Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

Três anos e nove meses. Este é o tempo que marcou o começo de uma nova história para o mecânico Raimundo Oliveira, 58. Ele teve a chance de respirar melhor e poder viver sem o auxílio do tubo de oxigênio. Raimundo foi diagnosticado com fibrose pulmonar e o único tratamento seria o transplante de pulmão. Quando recebeu essa notícia, lá no município de Xique-Xique, na Bahia, ele não se desesperou. Buscou informações e ficou sabendo que em Fortaleza havia um hospital especializado em transplante de pulmão, o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), do Governo do Ceará.

Sem titubear, Raimundo Oliveira fez as malas e junto com a esposa embarcou para Fortaleza. Quando chegou ao Hospital de Messejana passou por consultas com os especialistas e realizou vários exames. Ele aguardou cinco meses e então foi submetido ao transplante que tanto precisava. Desde 2011, o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes realiza transplantes de pulmão. Em seis anos, já foram feitos 38 transplantes pulmonares no HM. O Ceará está entre os três estados do país que realizam esse tipo de transplante. No Rio Grande do Sul e em São Paulo, esse tipo e cirurgia também é feita.

Nova rotina

Com um novo pulmão, seu Raimundo se sente aliviado, renascido e muito disposto. “Meu dia a dia é tranquilo. Vou à praia, converso com os amigos, me divirto e mantenho a alimentação saudável”, comemora. De três em três meses, ele retorna ao Hospital de Messejana para consultas e exames de rotina. “Não podemos descuidar da saúde, temos que tomar os medicamentos certinhos para não dar rejeição e estar sempre seguindo as recomendações dos especialistas daqui do hospital”, conta.

De acordo com o cirurgião torácico Antero Gomes Neto, coordenador do serviço de transplante pulmonar do HM, entre as cirurgias torácicas, o transplante de pulmão é o procedimento mais complexo. Ele faz um alerta para que os pacientes que necessitam de um transplante sejam encaminhados antes que a doença pulmonar esteja muito evoluída. “O paciente não pode estar muito debilitado a ponto de não aguentar uma cirurgia desse porte. É importante que o paciente seja encaminhado para um Centro de Referência, como o Hospital de Messejana, onde será avaliado por uma equipe multiprofissional, podendo entrar na fila de transplante”, orienta.

Com informação do Governo do Estado do Ceará

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp