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Gestores e servidores de diferentes setores e unidades do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) participaram, na tarde desta terça-feira (28/08), de oficina com o objetivo de traçar um diagnóstico e aprimorar a gestão de pessoas no âmbito do Judiciário estadual.

O evento, realizado na Escola Superior da Magistratura do Ceará (Esmec), foi promovido pela Secretaria de Planejamento e Gestão, em parceria com a Secretaria de Gestão de Pessoas do TJCE.

A gerente da Estratégia Institucional, Roberta Peixoto Jucá, conduziu o encontro. Ela ressalta que a oficina faz parte de um trabalho mais amplo, que vem sendo desenvolvido pelo órgão, com o intuito de alinhar as diversas iniciativas (ações e projetos) desenvolvidas por setores específicos com a estratégia geral da instituição.

“É um trabalho inovador, em que estamos aplicando uma metodologia-piloto, trabalhando inicialmente, em 2018, com dois objetivos estratégicos: promover a celeridade processual e aprimorar a gestão de pessoas. No próximo ano esse trabalho deve ser levado para os outros oito objetivos previstos no Plano Estratégico do Tribunal”, explica.

Em relação ao objetivo da celeridade processual, já foram realizadas, anteriormente, três oficinas, em parceria com o Comitê de Atenção Prioritária à Justiça de 1º Grau.

Já na área de Gestão de Pessoas, o trabalho teve início nesta terça e continua na próxima quinta-feira (30/08), com a segunda oficina, também na Esmec. Enquanto no primeiro momento o foco é identificar os principais problemas, no segundo encontro serão propostas e priorizadas iniciativas que respondam a essas causas e ajudem a cumprir o objetivo estratégico.
Além de integrantes da própria Secretaria de Gestão de Pessoas, a oficina contou com a presença de representantes de outros setores e unidades, como Secretaria de Finanças (Sefin), Secretaria de Tecnologia da Informação e Secretaria de Administração do TJCE, Fórum Clóvis Beviláqua e Esmec.

A secretária de Gestão de Pessoas, Ângela Márcia Fernandes Araújo, destaca que essa metodologia possibilita ter uma visão mais ampla e integrada acerca dos problemas e das iniciativas propostas. “Temos a presença de várias áreas, que vão, cada qual, dar sua contribuição, para assim termos um diagnóstico amplo da gestão de pessoas na instituição e construirmos as soluções de forma participativa e sempre com uma visão sistêmica”, afirma.

Para Rômulo Pinheiro, assessor técnico da Sefin e um dos participantes da oficina, é sempre importante ter momentos como esse, para analisar e discutir sobre gestão porque é uma forma de buscar o aprimoramento do trabalho e facilitar o surgimento de novas ideias. “Essa abertura para várias áreas participarem traz diferentes visões, que fazem aparecer novas ideias que não tinham sido elencadas inicialmente e produzem uma sinergia das soluções que venham a ser desenhadas”, afirma.

Essa também é a opinião da técnica judiciária Tatiana Ribeiro, que participou do encontro. “Acredito que é importante que as diversas áreas possam se alinhar com o todo, para que as políticas que envolvem gestão de pessoas estejam integradas de forma consistente e sejam claras para todos, para que não haja ruídos de comunicação e que isso seja realizado de forma participativa.”

 

 

Com informação do TJCE