Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp

Oferta de energia elétrica no País será 2,6% maior em 2017
Aneel cadastrou cerca de 1,2 mil novas microusinas no País
A Itaipu Binacional bateu um novo recorde de geração diária de energia elétrica no primeiro trimestre de 2017, com registro de 284.496 megawatts-hora (MWh). No mesmo período, em 2016, a usina havia atingido a média de 281.664 MWh diários, segundo melhor resultado desde que a empresa entrou em operação, em maio de 1984.

Mesmo com um dia a menos no calendário em relação a 2016, que foi um ano bissexto, e em condições hidrológicas menos favoráveis, a produção acumulada nos três primeiros meses de 2017 permaneceu praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado. Foram registrados 25.604.769 MWh, apenas 0,1% inferior em relação ao recorde trimestral de 2016, que foi de 25.631.082 MWh.

Só o que Itaipu gerou de janeiro a março deste ano seria suficiente para atender uma cidade como Curitiba durante cinco anos e três meses. A produção da usina no primeiro trimestre já a coloca em segundo lugar, hoje, quando comparada à produção anual entre todas as 4.500 plantas de geração elétrica do Brasil.

Com a marca de 103 milhões de MWh, em 2016, a Itaipu Binacional teve um ano histórico e voltou a ser a maior geradora de energia elétrica limpa e renovável do planeta.

O volume superou em mais de 3 milhões de MWh o desafio estabelecido em 2012 pela diretoria da empresa. Foi a primeira vez que a hidrelétrica gerou mais de 100 milhões de MWh num ano, uma meta que continua mantida para os próximos anos.

A produção de Itaipu ajudou a retardar a entrada da bandeira vermelha, que vigora quando o País, por questões hidrológicas, precisa acionar a produção das usinas térmicas, cuja matéria-prima é mais cara.

Para o diretor-geral brasileiro de Itaipu, Luiz Fernando Vianna, o resultado operacional até agora é bastante satisfatório, porque a usina está sabendo otimizar a produção, mesmo numa situação hidrológica mais adversa que em anos anteriores.

Ele lembra que, embora estejamos no período úmido do ano (em que normalmente há mais chuvas sobre a Bacia do Rio Paraná), a Itaipu não teve nenhum vertimento no período. Isso significa que estamos num ano mais seco que 2016, o que obriga Itaipu a utilizar, com mais eficiência, toda a água que chega ao reservatório para a geração de energia.

Para garantir a produção no nível mais elevado possível em 2017, com a adversidade de afluências prevista, Vianna diz que será preciso manter “uma estratégia aprimorada de operação e manutenção”.

Produtividade

A usina de Itaipu vem mantendo, nos últimos anos, o aproveitamento total da matéria-prima para a produção de energia (a água), com mais flexibilização das manutenções. É a chamada “dança das águas”, que permite preparar o reservatório para acumular mais água quando há previsão de chuvas a montante da usina e deixar todas as unidades geradoras prontas para serem acionadas a qualquer tempo.

No primeiro trimestre, o Fator de Capacidade Operativa, que mede a eficiência na utilização das águas, foi de 100% em Itaipu.

Fonte: Portal Brasil

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp