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A Prefeitura de Fortaleza realizou, na manhã desta segunda feira (05/06), o Seminário “Práticas Transformadoras” que faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente. Por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente (Seuma), uma série de ações serão realizadas em Fortaleza, até o dia 11 de junho, com o tema “No lugar de lixo, árvores e flores”.

Durante o seminário, que aconteceu na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Fortaleza, foi anunciado a certificação “Fator Verde” para Atividades Sustentáveis. Além disso, foram apresentados o Plano de Metas de Carbono e a Minuta do Projeto de Lei da Zona de Recuperação Ambiental (ZRA) do Jangurussu.

A Certificação Fator Verde será conferida às empresas que estimulam a sustentabilidade em quatro níveis: bronze, prata, ouro e diamante, por meio de atividades sustentáveis, possibilitando reconhecimento a prestação de serviços desenvolvidos de forma sustentável. A avaliação é realizada com base em 35 critérios, sendo 12 obrigatórios e 13 opcionais, distribuídos em seis fatores: Cidade Sustentável, Hídrico, Ambiente Saudável, Energético, Materiais e Resíduos e Social.

“Hotéis, restaurantes, escritórios podem buscar essa certificação. Nós somos a primeira cidade do mundo a certificar essas atividades. Só temos algo parecido na Austrália e por isso estamos trabalhando muito para ser uma referência”, explicou a coordenadora de Políticas Ambientais da Seuma, Edilene Oliveira.

O Plano de Metas de Carbono também foi apresentado durante o seminário. Com o apoio do ICLEI, Instituto para Sustentabilidade de Governos Locais, Fortaleza assumiu a meta de redução de GEE (Gás de Efeito Estufa) de 20% até 2030 e de 30% de reduções em prédios públicos por meio de ações de eficiência energética. Essas metas fazem parte do Plano de ação de desenvolvimento urbano de baixo carbono, que prioriza iniciativas para os setores de transporte e mobilidade urbana, resíduos, construções sustentáveis e energia.

A minuta do Projeto de Lei da Zona de Recuperação Ambiental (ZRA) do Jangurussu também foi tema do seminário. O Jangurussu foi o último lixão desativado, entre os cinco que existiram em Fortaleza, e até hoje os moradores do bairro são impactados pelas duas décadas de uso da área para descarte de lixo. “A ideia é recuperar a área do entorno, fazer um parque e galpões de reciclagem. A vista lá de cima é linda e temos uma dívida histórica com a região”, explicou Edilene Oliveira.

Com informação da A.I