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O senador Tasso Jereissati (CE) conversou por telefone com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre sua destituição da presidência interina do PSDB. Segundo fontes, o ex-presidente teria demonstrado “perplexidade” com a saída de Tasso.

Aliados de Tasso conhecidos como “cabeças pretas” criticaram também a destituição do senador Tasso Jereissati (CE). O deputado Daniel Coelho (PE) disse no plenário da Câmara que a medida foi uma “intervenção de Temer e aliados”.

“Aécio acaba de destituir Tasso da presidência do PSDB. Vergonha!!!!! Intervenção de Temer e aliados”, publicou o parlamentar em sua conta no Twitter. “Tasso não se curvou a Temer, Aécio, Bruno Araújo e outros, foi chutado. Vergonha!!!!! Nojo!!!!!”, acrescentou.

O deputado é um dos que não sabe se irá continuar no partido. “Aécio poderia ter tido a dignidade de avisar o Tasso que ia tomar essa decisão. Não dá pra conviver com esse tipo de gente”, frisou.

 

Outro que criticou  a medida foi o deputado Pedro Cunha Lima (PB). Ele disse que a justificativa de Aécio de que Tasso não poderia continuar na presidência do PSDB por ser candidato na convenção do partido é no mínimo contraditória. Segundo ele, no passado Aécio manobrou enquanto estava na presidência, para prorrogar seu mandato. Disse estar muito frustrado com a conduta do mineiro.

Senadores e governadores tentam colocar água fria na fervura dentro do PSDB. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, ligou para Tasso se solidarizando e pedindo calma. O governador do Paraná, Beto Richa, disse que prefere discutir o assunto internamente para depois se pronunciar. O senador Roberto Rocha (MA) quer atuar como “bombeiro”:

O outro candidato a presidente do partido e preferido de Aécio, o governador de Goiás, Marconi Perillo, disse que a decisão foi “correta e justa” e elogiou o nome de Alberto Goldman para o comando do partido. Para ele nenhum dos candidatos pode contar com a máquina partidária na disputa de dezembro.