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Alverne Lacerda Trici FM Interior

A área da saúde tem avançado no município de Tauá, afirma Alverne Lacerda

Em sessão com os vereados do município, nessa segunda-feira (9), o Secretário Municipal de Saúde, Marcos Willian Noronha deu informações sobre a situação da área de saúde do município, esclarecendo quais os desafios, metas, projetos que estão e serão executados pela Gestão do Prefeito Fred Rêgo, em Tauá.

Em sua participação no Jornal Alerta Geral (Expresso Fm 104.3 na Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior + Redes Sociais) desta terça-feira (10), o correspondente Alverne Lacerda informou que antes da gestão do atual prefeito de Tauá, o município contava apenas com uma equipe completa do Programa de Saúde da Família (PSF), hoje são 20 equipes e está em licitação o acréscimo de mais 4 equipes.

O correspondente ainda informa que Fred Rêgo está trabalhando para que se instale em Tauá uma clínica de hemodiálise para atender a mais de 30 pacientes que precisam se deslocar de Tauá até Crateús para realizar o tratamento. Segundo Alverne, também houve avanços no atendimento odontológico, onde mais de 6 mil procedimentos foram realizados em 10 meses.

Confira mais informações com o correspondente do Jornal Alerta Geral, Alverne Lacerda:

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Ceará registra aumento superior a 100% no número de transplantes de órgãos

O cenário de transplantes de órgãos no estado do Ceará é bastante positivo. Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa), de 2009 a 2018 a quantidade de procedimentos efetivados saltou de 760 para 1.535, aumento superior a 100%.

No período de nove anos, o número cresceu gradativamente até 2016, quando houve um pico de 1.874 transplantes. De lá até 2018 foi registrada uma queda, mas a quantidade se mantém mais que dobrada em relação a 2009.

Até 21 de agosto deste ano, segundo a Sesa, dos 1.004 pacientes que aguardam por um novo órgão no Ceará, 793 estavam à espera de um rim. Os demais se dividem entre fígado (162), coração (16), medula óssea (12), córnea (9), pâncreas/rim (8), pulmão (3) e pâncreas isolado (1).

Segundo a proporção por milhão de habitantes, no primeiro semestre deste ano, o Ceará foi o 2º do Brasil que mais realizou transplantes de fígado, o 3º em pulmão e coração, o 4º em córnea, o 7º em rim pâncreas/rim e o 9º em medula óssea.

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Inscrições do programa Médico da Família Ceará se encerram nesta segunda-feira

Os interessados em concorrer às novas vagas no Programa Médico da Família Ceará precisam correr! As inscrições, que podem ser feitas na página da ESP/CE, se encerram hoje às 13h. Lançada por meio do edital 23/2019, a seleção visa formação de 44 profissionais médicos para o curso de pós-graduação lato sensu em Atenção Primária à Saúde (APS).

O processo seletivo se dará em etapa única, por meio da aplicação de prova teórica escrita e objetiva, programada para o dia 15 de setembro. Os profissionais aprovados no certame atuarão nos postos de saúde localizados em comunidades da Capital, como parte de uma política de fortalecimento da atenção primária e das equipes de Estratégia da Saúde da Família.

A ação faz parte do Programa Juntos por Fortaleza, conjunto de incentivos públicos pactuados entre Governo do Ceará e Prefeitura de Fortaleza e que contou com investimento de quase R$ 10 milhões do Tesouro Estadual.

A formação dos médicos em serviço pelo programa terá duração máxima de um ano, com pagamento de uma bolsa mensal no valor de R$ 11.865,00, além de carga horária que contemplará 1.920 horas distribuídas entre atividades práticas de treinamento em serviço, atividades didáticas presenciais e/ou a distância, que inclui a elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e outras definidas pela coordenação do Programa.

O Programa Médico da Família Ceará foi regulamentado pelo Governo do Ceará por decreto assinado em março de 2019, com o objetivo de estimular a qualificação e valorização de profissionais da Saúde no âmbito da atenção primária. Os médicos integrantes da política pública são qualificados por meio de curso de pós-graduação lato sensu em APS, ofertado pela ESP/CE.

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Saúde

Municípios cearenses vão receber recursos para equiparem salas de vacinação

Os municípios cearenses com até 100 mil habitantes, vão receber nos próximos meses cerca R$ 2 milhões e 800 mil reais do Ministério da Saúde para que possam adquirir câmaras frias a fim de ampliar a estrutura de armazenamento de vacinas e imunobiológico. Ao todo, serão R$ 44,2 milhões de reais liberados para as cidades brasileiras.

A medida tem por objetivo garantir a qualidade dos imunobiológicos ofertados à população e a execução da Política Nacional de Imunizações dentro do padrão de qualidade e segurança do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o ministério, além do critério do número de habitantes, o município precisa ter implantado o sistema de informação nominal do Programa Nacional de Imunizações e não dispor de uma câmara refrigerada.

No Ceará, dos 184 municípios apenas 9 tem população acima de 100 mil habitantes, são eles: Fortaleza, Caucaia, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Sobral, Crato, Itapipoca, Maranguape e Iguatu.

O dinheiro será liberado na modalidade fundo a fundo, em parcela única, pelo Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e/ou Municipais, por meio do Bloco de Investimento na Rede de Serviços Públicos de Saúde, no Grupo de Vigilância em Saúde. Todos os procedimentos e critérios para o repasse dos recursos financeiros serão divulgados em portaria que o ministério publicará em breve.

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Mortes por câncer de pulmão entre mulheres deve estabilizar em 2030

A taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre as mulheres brasileiras vai encerrar uma tendência histórica de elevação em 2030 e estabilizar-se. A consequência direta desse cenário é a diminuição da prevalência do tabagismo na população feminina, resultado das ações da Política Nacional de Controle do Tabaco. Essa estimativa integra o estudo inédito “A curva epidêmica do tabaco no Brasil: para onde estamos indo?”, lançado nesta quinta-feira (29), data em que comemora-se o Dia Nacional de Combate ao Fumo, pelo Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (INCA). O estudo apresenta as tendências temporais da taxa de mortalidade por câncer de pulmão observadas de 1980 a 2017 e estimadas até 2040.

O estudo aponta que a taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre os homens continua a cair e deve manter essa tendência nos próximos anos, também reflexo da redução da prevalência de fumantes incentivada pelas ações de controle do tabagismo. Entre a população masculina, a taxa de mortalidade por câncer de pulmão subiu continuamente desde o início da década de 80, estabilizou-se a partir de meados dos anos 90 e começou a cair em 2005.

Os pesquisadores calcularam a taxa de mortalidade por câncer de pulmão padronizada por idade (parâmetro usado mundialmente) de 1980 a 2017 e estimaram sua evolução até 2040, separadamente, para homens e mulheres.

“O estudo confirma o que já sabíamos: a redução do tabagismo salva vidas. Nosso programa de controle do tabagismo é um êxito, mas precisamos avançar, principalmente nas medidas de prevenção à iniciação do tabagismo entre os jovens”, conclui a chefe da Divisão de Pesquisa Populacional do INCA e também autora do estudo, Liz Almeida.

A taxa de mortalidade por câncer de pulmão entre os homens sempre foi superior à verificada entre as mulheres. No entanto, como desde 2005 a taxa entre os homens está caindo e a entre as mulheres subindo, as curvas estão se aproximando. A razão entre a mortalidade homem/mulher diminuiu de 3,6 em 1980 para 1,7 em 2017.

O tabagismo é a principal causa para o desenvolvimento do câncer de pulmão, responsável por mais de dois terços das mortes por essa doença no mundo. No Brasil, o câncer de pulmão, que abrange tumores na traqueia, brônquios e pulmões, é o tipo que mais mata homens e o segundo que mais mata mulheres, depois do câncer de mama. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, mostram que mais de 27 mil pessoas foram a óbito em 2017 devido a essa causa.

Os impactos da diminuição do número de fumantes na redução da mortalidade por câncer de pulmão demoram décadas para serem percebidos, porque um fumante leva de 20 a 30 anos para desenvolver a doença.

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Ceará vai receber mais de 71 mil doses extras da vacina contra o sarampo

O Ministério da Saúde começou a enviar nesta semana mais de 71 mil doses extras da vacina tríplice viral ao Ceará. A ação visa garantir a dose extra contra o sarampo em todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias. Só para os 13 estados que estão em situação de surto ativo da doença vão ser destinadas 960.907 mil. Ao total, serão cerca de 1,6 milhão.

O envio de doses extras da vacina aos estados acontece em decorrência do aumento de casos da doença em alguns estados. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou nos últimos 90 dias, entre 2 de junho a 24 de agosto de 2019, 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados.

Na última sexta-feira, 23, o Ceará registrou o primeiro caso confirmado de sarampo, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). O Estado não apresentava relatos da doença desde 2015, no qual houve um caso em julho daquele ano.

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Ministério da saúde envia mais de 71 mil doses extras da vacina de sarampo para o Ceará

O Ministério da Saúde começou a enviar nesta semana mais de 71 mil doses extras da vacina tríplice viral ao Ceará. A ação visa garantir a dose extra contra o sarampo em todas as crianças de seis meses a 11 meses e 29 dias. Só para os 13 estados que estão em situação de surto ativo da doença vão ser destinadas 960.907 mil. Ao total, serão cerca de 1,6 milhão. O envio de doses extras da vacina aos estados acontece em decorrência do aumento de casos da doença em alguns estados. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou nos últimos 90 dias, entre 2 de junho a 24 de agosto de 2019, 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados. Na última sexta-feira, 23, o Ceará registrou o primeiro caso confirmado de sarampo, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). O Estado não apresentava relatos da doença desde 2015, no qual houve um caso em julho daquele ano.

“O Ministério da Saúde está trabalhando para encerrar essa transmissão do vírus do sarampo com a maior rapidez possível, e assim, recuperar o certificado de eliminação do sarampo no Brasil. Para isso, a pasta tem atuado de forma integrada com os estados e municípios, para intensificar as ações de cobertura vacinal na rotina, além das vacinações de reforço nas crianças, que é a faixa etária com maior risco para complicação em decorrência da doença, e de bloqueio”, ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

O envio de doses extras da vacina aos estados é uma resposta imediata do Governo Federal em decorrência do aumento de casos da doença em alguns estados. De acordo com o novo boletim epidemiológico da doença, o Brasil registrou, nos últimos 90 dias, entre 02 de junho a 24 de agosto de 2019, 2.331 casos confirmados de sarampo, em 13 estados: São Paulo (2.299), Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4), Distrito Federal (3), Bahia (1), Paraná (1), Maranhão (1), Rio Grande do Norte (1), Espírito Santo (1), Sergipe (1), Goiás (1) e Piauí (1). Nesses dois últimos, os casos foram registrados em outros estados. O coeficiente de incidência da doença foi de 5% por 100.000 habitantes.

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Taxa de mortalidade institucional cresce em três hospitais do estado

O número de óbitos de pessoas que estavam hospitalizadas há, pelo menos, 24 horas foi ultrapassado pelos hospitais Geral de Fortaleza (HGF), Waldemar de Alcântara (HGWA) e São José (HSJ). A informação vem dos indicadores do portal Integra SUS, da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

Essas mortes se referem a taxa de mortalidade institucional que, conforme a Sesa, relaciona o número de pacientes que morrem após, pelo menos, 24 horas da admissão hospitalar, em um mês. De acordo com o Ministério da Saúde, devido a necessidade de urgência na resolução dos procedimentos hospitalares “24 horas são tempo suficiente para que a ação terapêutica e consequente responsabilidade do hospital seja efetivada”. Nesse sentidos, algumas unidades do Ceará ultrapassaram suas metas no mês de julho deste ano.

Dados

No HGF, por exemplo, a meta é de 6,1%, entretanto, a mortalidade institucional foi de 6,4%. Em 2019, o HGF não atingiu sua meta em mês nenhum. No Waldemar de Alcântara, a meta é que haja, no máximo, 8,5% de óbitos: no mês passado, contudo, o índice foi de 9%, e o hospital também superou o percentual em maio, com 10,4%. Em 2018, a taxa média de mortalidade institucional na unidade foi de 8,9%. O hospital São José ultrapassou o limite de mortes em todos os meses, exceto fevereiro e abril. A meta da unidade é de que a taxa fique em 9,4%, porém, em julho o total foi de 9,89%.

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Pacientes enfrentam longas filas para cirurgia traumatológica no Ceará

O Sindicato dos Médicos do Ceará (Simec) aponta que 3.200 pacientes estão à espera de próteses, solução para fraturas graves e outros procedimentos eletivos nos hospitais públicos do estado.

Por meio de nota, a Sesa admitiu que “existe um grande número de pacientes em fila para cirurgias eletivas”, mas avalia que “é preciso não só organizá-la, como qualificá-la, com a identificação dos pacientes que realmente precisam e o nível de urgência com que têm de ser realizados” os procedimentos.

Já o Ministério da Saúde limitou-se a informar que destinou mais de R$ 4,3 milhões ao Ceará, no último dia 29, para a realização de cirurgias eletivas de agosto a dezembro deste ano. Até então, R$ 1,9 milhão já havia sido repassado “obedecendo aos critérios da estratégia de ampliação do acesso”, destaca a pasta federal.

Para além das cirurgias traumatológicas, há pacientes ainda no aguardo de outros tipos de procedimentos como traqueostomia e outras cirurgias.

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Brasil é o segundo país do mundo a obter resultados eficazes com ações de combate ao uso do tabaco

Dados recém-divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o Brasil foi o segundo país, depois da Turquia a alcançar patamares da Organização Mundial da Saúde (OMS) em ações como a proibição do tabaco em espaços públicos e a ajuda àqueles que querem largar o vício. Em 2018, 9,3% dos adultos brasileiros das 27 capitais declararam fumar – uma diminuição significativa em relação a 2006, quando o percentual era de 16,2%.

A publicação anual dos dados do Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), mostrou também algo que é uma tendência não só no Brasil, mas no mundo: o hábito de fumar persiste entre aqueles com menor escolaridade e renda.

O percentual dos que se declaram fumantes no Brasil cai à medida que os anos de estudo aumentam: tabagistas são 13% entre aqueles que estudaram durante 0 a 8 anos; 8,8% na faixa de 9 a 11 anos de estudo; e 6,2% para aqueles com 12 ou mais anos de estudo.

A tendência também é observada entre aqueles que fumam 20 ou mais cigarros por dia: 3,3% na faixa de 0 a 8 anos de estudo; 2,4% de 9 a 11 anos; e 1,7% de 12 ou mais anos.

Segundo especialistas, o fumo também acompanha os mais pobres – afinal, sobretudo em países desiguais como o Brasil, os mais escolarizados tendem a ser mais ricos. Um boletim do Banco Central publicado no início do ano demonstrou, por exemplo, que em relação a um trabalhador sem instrução, o ensino fundamental adiciona 38% ao rendimento por hora; o nível médio, 66%; e o superior, 243%.