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Cagece suspende abastecimento de água em 57 bairros da Grande Fortaleza; confira a lista

Devido a uma manutenção na rede de abastecimento, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) informa que haverá paralisação do abastecimento de água nos municípios de Maracanaú, Pacatuba, Fortaleza e parte de Maranguape nesta sexta-feira (20), das 6 às 18h. O serviço é necessário para realizar manutenção na rede de abastecimento.

O restabelecimento total da distribuição deve ocorrer em até 24h após a conclusão do serviço. No hiato de escassez, a companhia lembra aos moradores que a água seja utilizada apenas para consumo humano e atividades essenciais.

Confira abaixo a lista de distritos, bairros e municípios afetados:

Áreas afetadas em Maracanaú:

  1. Acaracuzinho
  2. Alto Alegre I
  3. Alto Alegre II
  4. Alto da Mangueira
  5. Bela Vista
  6. Cágado
  7. Centro de Maracanaú
  8. Colônia Antônio Justa
  9. Conjunto Industrial
  10. Coqueiral
  11. Dênde
  12. DI 2000
  13. DIF III
  14. Distrito Industrial
  15. Esplanada Novo Mondubim
  16. Horto
  17. Itaperi
  18. Jaçanaú
  19. Jardim Bandeirante
  20. Jari
  21. Jatobá
  22. Jereissati I
  23. Menino Jesus de Praga
  24. Mucunã
  25. Novo Oriente
  26. Olho D’água
  27. Pajuçara
  28. Parte do Mondubim
  29. Pau Cerrado
  30. Piratininga
  31. Planalto Cidade Nova
  32. Residencial Maracanaú
  33. Santo Antônio Pitaguary
  34. Santo Sátiro
  35. Serrinha
  36. Tijuca
  37. Timbó

Áreas afetadas em Maranguape:

  1. Área Seca
  2. Área Verde
  3. Cônego Raimundo Pinto
  4. Novo Maranguape I
  5. Novo Maranguape II

Áreas afetadas em Pacatuba:

  1. Orgulho do Ceará
  2. Nova Pacatuba
  3. Bairro Novo
  4. Jereissati II
  5. Jereissati III
  6. Planalto Benjamin
  7. Vila das Flores.

Áreas afetadas em Fortaleza:

  1. Ayrton Senna
  2. José Walter
  3. Parque Dois Irmãos
  4. Planalto Itaperi
  5. Jardim Itaperi
  6. Mira Sol
  7. Tupã Mirim
  8. Mirassol.
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Nacional Economia

Greve dos Correios é suspensa, informa estatal

Os funcionários dos Correios, após negociação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), suspenderam a paralisação parcial das atividades da estatal, informou a empresa, por meio de nota, nesta quarta-feira, 18. A greve começou no dia 11 de setembro e foi encerrada às 22h da última terça, 17.

De acordo com a empresa, o fim da paralisação foi a condição colocada para que os Correios aceitassem a proposta do TST de manter cláusulas do acordo coletivo 2018/2019 até 2 de outubro, data do julgamento do dissídio coletivo pelo colegiado do tribunal.

A proposta do TST foi feita pelo ministro do tribunal Mauricio Godinho Delgado, em audiência de conciliação no dia 13. Na ocasião, ele acatou, parcialmente, pedido de liminar dos Correios para que, durante a greve, 70% dos empregados e dos serviços da estatal estivessem em atividade. A multa, caso não fosse cumprida a decisão, seria de R$ 50 mil por dia. Os Correios solicitavam que 90% das atividades fossem mantidas.

No comunicado desta quarta, a estatal afirma que desde o início da paralisação dos funcionários foi colocado em prática um plano com ações de contingência, para amenizar impactos à população. “Medidas como o deslocamento de empregados administrativos para auxiliar na operação e a realização de mutirões nos fins de semana estão sendo adotadas para que o fluxo postal seja regularizado o mais rápido possível. As ações contingenciais continuarão a ser empregadas até que as entregas sejam normalizadas”, diz a nota.

Fonte: Estadão

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Cotidiano Destaque3

Motoristas dizem que irão paralisar atividades, mas Sindiônibus garante serviço normalizado

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus) anunciou, por meio de nota, que, mesmo os trabalhadores do setor admitindo adesão ao movimento da greve geral, programada para esta sexta, o serviço funcionará com normalidade na Capital.

A nota destaca que a greve no sistema de transporte é obrigada por lei a comunicar o Sindiônibus e aos usuários sobre a greve com uma antecedência de 72 horas. Além disso, a lei obriga a definição de uma frota mínima para o atendimento à população.

Qualquer paralisação que não siga esse rito é um ataque ao fortalezense e estará ferindo frontalmente às leis e ao próprio direito de greve, instrumento legal do trabalhador — diz a nota.

Nota do Sindiônibus

Diante do anúncio, por parte da diretoria do SINTRO (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Ceará), de que irá aderir ao movimento intitulado “Greve Geral”, o SINDIÔNIBUS (Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará) vem a público informar que nesta sexta-feira haverá transporte coletivo circulando normalmente. Os profissionais do transporte da nossa capital têm demonstrado sempre seu compromisso com a missão de transportar e não vão perder seu dia de trabalho. Uma greve no sistema de transporte obrigatoriamente necessita de procedimentos legais, tais como a comunicação prévia ao Sindiônibus e aos usuários com uma antecedência de 72 horas e a definição de uma frota mínima para o atendimento à população. Qualquer paralisação que não siga esse rito é um ataque ao fortalezense e estará ferindo frontalmente às leis e ao próprio direito de greve, instrumento legal do trabalhador. Não podemos admitir que a diretoria do Sintro, vinculada a partido político, utilize o sindicato e o trabalhador para legitimar interesses partidários e prejudicar a população que necessita do transporte coletivo para ir ao encontro de suas necessidades.

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Nacional Economia Destaque2

Aumento do diesel traz risco de nova greve de caminhoneiros

O anúncio de reajuste de 2,56% do óleo diesel, feito ontem (3) pela Petrobras, trouxe a ameaça de greve dos caminhoneiros de volta. A indignação da categoria não é só contra a estatal, mas também por causa de medidas não cumpridas pelo governo. Representantes de transportadores autônomos admitem que com o cenário atual, é difícil controlar e evitar uma greve nacional.
O aumento de preço sobre o principal combustível utilizado pelos caminhões tem tido forte repercussão neste ano. Uma possível greve havia sido marcada para 29 de abril, mas após reunião de representantes sindicais e o governo, foram tomadas medidas que evitaram a greve.
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Obras do São Francisco não ficarão prontas no prazo estabelecido, afirma presidente do SintePav

Trabalhadores das obras de Transposição do Rio São Francisco, no Ceará, estão em greve a mais de 40 dias e, segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias de Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem em Geral no Estado do Ceará (SintePav-Ce), Raimundo Nonato, a expetativa de entrega da obra da transposição, que beneficiaria os municípios cearenses, marcada para o final do primeiro semestre, não é possível, já que grande parte dos trabalhadores não está satisfeita com as situações de trabalho.

A expectativa do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), é que o empreendimento seja entregue até maio e entre em operação no segundo semestre deste ano. Em entrevista ao Jornal Alerta Geral (FM 104.3 na Grande Fortaleza + 26 emissoras no Interior do Estado) desta quinta-feira (2), o presidente do SintePav elencou os motivos pelos quais os trabalhadores seguem paralisados. Entre eles, está o descumprimento de uma Convenção Coletiva – acordo entre trabalhadores e empregadores da classe sindicalizada- que se venceu em 31 de março deste ano.

Primeiro, a greve ainda continua com um percentual muito alto. […] Os 50% que retornaram ao trabalho estão em trabalhos lentos. Não estão trabalhando com a expectativa de produção. Até porque, trabalhar obrigado pela Justiça… é quase uma obrigação dos 50% retornarem o trabalho. O trabalhador não está feliz, não está satisfeito.

Após uma decisão judicial do Tribunal Regional da 7ª Região (TRT7), os funcionários que foram obrigados a trabalhar estão indo aos postos de trabalho, mas sem exercer nenhum serviço – conhecida como “greve branca“. Segundo Raimundo Nonato, como o trabalhador está “obrigado pela Justiça“, esse funcionário “não está satisfeito“, o que corrobora para que o andamento das obras não ocorram no prazo esperado. A decisão judicial determinou que 50% dos trabalhadores retornasse às atividades, o que, na prática, não está acontecendo.

Acompanhe a entrevista completa, realizada por Rodrigo Rodrigues, com o presidente do SintePav, Raimundo Nonato:

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Ceará Destaque3

Servidores do Detran Ceará organizam paralisação para o próximo dia 2 de maio

Na manhã desta terça-feira (23), servidores do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran/CE) decidiram entrar em greve e organizam paralisação geral no próximo dia 2 de maio. Ações pontuais na capital e no interior não estão descartadas até a data.
A greve é a forma que  os servidores encontraram de se posicionar contra a mensagem do Governo do Estado que tramita na Assembleia Legislativa desde fevereiro. A mensagem dispõe sobre a aprovação do projeto de lei que, segundo os servidores, implica na retirada do fator limitador das progressões funcionais e beneficiaria somente os servidores que ingressaram em 2019. 
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores na Área de Trânsito do Ceará (Sindetran/CE), cerca de 500 trabalhadores seriam prejudicados com a medida. Além disso, o sindicato destaca que os aprovados do último certame, conforme estatuto do servidor público, só poderão ser avaliados após três anos.
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Paralisação depende do governo, dizem caminhoneiros

Representantes dos caminhoneiros avaliam que a realização de uma nova paralisação da categoria, no próximo dia 29, depende do governo. O líder da categoria, Wanderlei Alves, afirmou antes de participar de uma reunião no Ministério da Infraestrutura, em Brasília, que a resposta de paralisação ou não vai ser do governo.

Integrantes da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) e lideranças dos caminhoneiros se reuniram, na tarde de hoje (22), com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

O líder da categoria informa que a paralisação está prevista para começar à meia-noite do dia 29 de abril e teve origem em debates dos grupos de caminhoneiros nas redes sociais. O objetivo é que o movimento atinja o Brasil inteiro, crescendo à medida que os dias passam.

O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, Diumar Bueno, também afirmou que a paralisação ou não dos caminhoneiros vai depender do que o ministro sinalizar. Segundo ele, as principais reivindicações são definições claras para o tabelamento do frete e fiscalização deste cumprimento.

Os representantes da categoria reclamaram de falta de diálogo com o governo, de acordo com ele, desde janeiro o governo de Jair Bolsonaro “fechou as conversas com a categoria” e que ele tenta conversar, sem sucesso, com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

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Ceará

Obras da transposição do rio São Francisco: previsão de entrega pode ser adiada pela sexta vez

Com previsão de conclusão para maio deste ano, as obras do Projeto de Integração do São Francisco (Pisf) estão paradas há um mês devido à greve dos funcionários do consórcio Ferreira Guedes, empresa responsável por uma das metas da transposição. Os trabalhadores reivindicam reajuste salarial através o piso salarial estadual e abono total das faltas durante o período grevista. Caso o prazo não seja cumprido, esta será a sexta vez que a previsão de entrega da tranposição é adiada.

A paralisação dos funcionários vai atrasar a obra mais uma vez. O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, havia garantido em fevereiro a conclusão do Eixo Norte, que vai trazer as águas do São Francisco para o Ceará pelo município de Jati, na região do Cariri.

Ainda nesta semana, houve uma assembleia, mas sem acordo. A empresa propôs reajuste retroativo a partir do mês de janeiro e abono de 50% das faltas, mas os funcionários não aceitaram a proposta. Está prevista outra assembleia para a próxima segunda-feira (22). Cerca de dois mil operários trabalham no Consórcio, mas apenas metade dos funcionários estão indo ao canteiro de obras somente bater ponto, sem executarem nenhuma atividade.

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Política Destaque1 Destaque3

Bolsonaro anuncia “cartão-caminhoneiro”, mas medida pode não ser suficiente

Após a ameaça de uma nova greve dos caminhoneiros, o presidente Jair Bolsonaro anunciou o lançamento do “cartão-caminhoneiro“, que vai espera garantir a compra de combustível, pelos motoristas de carga, sem a variação oscilante do preço do óleo diesel, uma das principais reclamações da categoria. O cartão já vinha sendo anunciado pela Petrobrás.

O anúncio foi feito nessa quinta-feira (29), por meio de uma transmissão ao vivo no Facebook.

Bolsonaro garantiu que o cartão estará pronto em até 90 dias. Segundo o presidente, a medida é uma vantagem para os caminhoneiros, porque garante que seu frete não será consumido por possíveis reajustes no preço do óleo diesel. “Isso é uma vantagem, garante a ele que seu frete não será consumido por possíveis reajuste no preço do óleo diesel“, afirmou o presidente.

Resposta

Por outro lado, os caminhoneiros estão divididos sobre uma possível greve. Em entrevista ao Portal R7, na última quarta-feira (26) – quando a Petrobrás já havia anunciado o cartão -, um dos principais líderes da categoria, Wallace Costa Landim, relata que o congelamento no preço do diesel por períodos de 15 dias e o ‘cartão-caminhoneiro’ não são suficientes para evitar a greve.

Landim afirma haver de 15 a 20 grupos de articulação pela paralisação no WhatsApp. Eles fogem ao controle de lideranças sindicais com as quais o governo tem conversado para tentar evitar a paralisação. Os caminhoneiros pedem que o preço do diesel fique congelado por pelo menos 30 dias e seja reduzido. Eles também negociam mais rigor na cobrança de fretes e construção das paradas para descanso.